Página 173 do LIVRO NEGRO.
Ninguém pensa nisso quando soluça vendo a bobagem do quadro Guernica (que eu vi em Madrid e não é nada espetacular).
No início de 1938,200 antifascistas e anti-stalinistas estavam detidos na “ceka” de Santa Úrsula, então chamada de o Dachau da Espanha republicana, numa referência ao primeiro campo de concentração aberto pelos nazistas para perseguir os seus opositores. “Quando os stalinistas decidiram construir ali uma 'ceka', o pequeno cemitério estava sendo limpo”, conta uma das vítimas. “Os 'tchekistas' tíveram então uma idéia diabólica: deixaram o cemitério tal qual estava, com os seus túmulos abertos, os seus esqueletos e os seus mortos mais recentes em estado de decomposição. E era lá que, por muitas e muitas noites, ficavam trancados os presos mais recalcitrantes. Eles aplicavam outros suplícios particularmente brutais: muitos prisioneiros eram pendurados pelos pés, de cabeça para baixo, durante dias inteiros. Outros eram trancafiados em pequenos armários, com minúsculos orifícios na altura do rosto, para que pudessem respirar minimamente... Havia também um suplício ainda mais cruel: o da gaveta. Eles obrigavam os prisioneiros a se agacharem dentro de umas caixas quadradas e a permanecerem naquela posição durante vários dias; alguns ficavam assim oito ou dez dias sem poderem se mexer...” Para essa tarefa, os agentes soviéticos recorriam a indivíduos depravados, que sentiam que os seus atos mereciam a aprovação da Pasionaría, aliás, foi justamente ela quem declarou num comício comunista realizado em Valência: “Mais vale condenar cem inocentes do que absolver um só culpado.”
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
O Nazismo, o comunismo e o Holocausto
O mundo gastou tanto tempo velando os judeus, que os comunistas pegaram Coreia, China, Vietnã e Cambodja (entre outros menos importantes). *** queria tanto usar acento agudo em Coreia, mas parece que não há mais.
Na versão impressa do LIVRO NEGRO começa na página 26, na versão para download (a do Papai Noel), começa na 12.
A análise dessa realidade central do
fenômeno comunista no poder - ditadura e terror - não é simples. JeanEllenstein definiu o fenômeno stalinista como uma
mistura de tirania grega e despotismo oriental. A fórmula ésedutora, mas não dá conta do caráter moderno dessa
experiência, de seu alcance totalitário, distinto das formas anteriormente conhecidas de ditadura. Um rápido
sobrevoo comparativo permitirá uma melhor compreensão.
Poder-se-ia inicialmente evocar a
tradição russa da opressão. Os bolcheviques combatiam o regime terrorista
do Czar, que, entretanto, empalidece diante dos
horrores do bolchevismo no poder. O Czar denunciava os prisioneiros políticos diante de uma verdadeira justiça; a defesa
podia exprimir-se tanto quanto ou ainda mais do que a acusação e tomar o testemunho de uma opinião pública nacional
inexistente no regime comunista e, sobretudo, de uma opinião pública internacional. Os prisioneiros e os condenados
se beneficiavam de uma regulamentação nas prisões, e o regime de desterro, ou mesmo o de deportação, era
relativamente leve. Os deportados podiam partir com suas famílias, ler e
escrever o que quisessem: caçar, pescar e se
encontrarem, nos momentos de lazer, com seus companheiros de “infortúnio”. Lenin e Stalin puderam experimentar essa
situação pessoalmente. Mesmo as Recordações da casa dos mortos, de Dostoievski, que tanto chocaram a opinião
pública na época de sua publicação, parecem anódinas em face dos horrores do comunismo. Seguramente, houve, na
Rússia dos anos 1880 a 1914, tumultos populares e insurreições duramente reprimidos por um sistema político arcaico.
Porém, de 1825 a 1917, o número total de pessoas condenadas à morte nesse país, por sua opinião ou sua ação
política, foi de 6.360, dos quais 3.932 foram executados - 191 de 1825 a
1905, e 3.741 de 1906 a 1910 - quantidade que já
havia sido ultrapassada pelos bolcheviques em março de 1919, apóssomente quatro meses de exercício de poder. O balanço
da repressão czarista é, assim, sem paralelo com o do terror comunista.
Entre os anos 20 e 40, o comunismo
censurou violentamente o terror praticado pelos regimes fascistas. Umrápido exame dos números mostra que as coisas não são
assim tão simples. O fascismo italiano, o primeiro em ação e também quem abertamente reivindicou para si o título
de “totalitário”, aprisionou e com frequência maltratou seus adversários políticos. Entretanto, ele raramente
chegou a cometer assassinatos, de modo que, na metade dos anos 30, a Itália tinha algumas centenas de prisioneiros
políticos e várias centenas de confinati - postos em residência vigiada nas
ilhas -, mas, é verdade, tinha também dezenas de
milhares de exilados políticos.
Até a guerra, o terror nazista visou
alguns grupos; os oponentes ao regime - principalmente comunistas, socialistas,
anarquistas, alguns sindicalistas - foram reprimidos de maneira aberta,
encarcerados em prisões e sobretudo internados
em campos de concentração, submetidos a humilhações severas. No total, de 1933
a 1939, aproximadamente 20.000 militantes
de esquerda foram assassinados com ou sem julgamento nos campos e prisões; sem
falar dos acertos de contas internos ao
nazismo, como a “noite dos punhais” em junho de 1934. Outra categoria de
vítimas destinadas à morte foram os
alemães que supostamente não correspondiam aos critérios raciais do “grande
ariano loiro” - doentes mentais,
deficientes físicos, idosos. Hitler decidiu executar seus intentos por ocasião
da guerra: 70.000 alemães foram vítimas
de um programa de eutanásia com asfixia por gás, entre o fim de 1939 e o início
de 1941, até que as Igrejas protestassem
e que o programa fosse encerrado. Os métodos de asfixia por gás aperfeiçoados
na ocasião são os que foram aplicados no
terceiro grupo de vítimas, os judeus.
Até a guerra, as medidas de exclusão
contra eles eram generalizadas, mas sua perseguição teve seu apogeu naocasião da “Noite de Cristal” - várias centenas de
mortos e 35.000 internamentos em campos de concentração. Foi somente com a
guerra, e sobretudo com o ataque à URSS, que se desencadeou o terror nazista,
cujo balanço sumário é o seguinte: 15
milhões de civis mortos nos países ocupados; 5,1 milhões de judeus; 3,3 milhões
de prisioneiros de guerra soviéticos; 1,1
milhão de deportados mortos nos campos; várias centenas de milhares de ciganos.
Á essas vítimas se juntaram 8 milhões de
pessoas destinadas a trabalhos forçados e 1,6 milhão de detentos sobreviventes
em campos de concentração.
O terror nazista chocou as imaginações
por três razões. Inicialmente, por ter atingido diretamente os europeus. Por
outro lado, uma vez vencidos os nazistas, e com seus principais dirigentes
julgados em Nuremberg, seus crimes foram
oficialmente designados e condenados como tais. Enfim, a revelação do genocídio
dos judeus foi um choque por seu caráter
de aparência irracional, sua dimensão racista, o radicalismo do crime.
Nosso propósito aqui não é o de
estabelecer uma macabra aritmética comparativa qualquer, uma contabilidadeduplicada do horror, uma hierarquia da
crueldade. Entretanto, os fatos são tenazes e mostram que os regimescomunistas cometeram crimes concernentes a
aproximadamente 100 milhões de pessoas, contra 25 milhões de pessoas atingidas pelo nazismo. Essa simples constatação deve,
pelo menos, provocar uma reflexão comparativa sobre a semelhança entre o regime que foi considerado, a
partir de 1945, como o regime mais criminoso do século, e um sistema comunista que conservou, até 1991, toda a sua
legitimidade internacional e que, até hoje, está no poder em alguns países, mantendo adeptos no mundo inteiro.
Mesmo que muitos dos partidos comunistas tenham reconhecido tardiamente os crimes do stalinismo, eles não
abandonaram, em sua maioria, os princípios de Lenin e nunca se interrogam sobre suas próprias implicações no fenômeno
terrorista.
Os métodos postos em prática por Lênin e
sistematizados por Stalin e seus êmulos, não somente lembram osmétodos nazistas como também, e com frequência, lhes
são anteriores. A esse respeito, Rudolf Hoess, encarregado de criar o campo de Auschwitz, e também seu futuro
comandante, sustentou afirmações bastante indicativas: “A direção da Segurança fizera chegar aos comandantes dos campos
uma detalhada documentação sobre os campos de concentração russos. Baseando-se nos testemunhos dos fugitivos, estavam
expostas em todos os detalhes as condições reinantes
no local. Destacava-se particularmente que os russos exterminavam populações
inteiras utilizando-as em trabalhos
forçados.” Porém, se é fato que a intensidade e as técnicas da violência de
massa foram inauguradas pelos comunistas
e que os nazistas tenham se inspirado nelas, isto não implica, a nosso ver, que
se possa estabelecer uma relação direta
de causa e efeito entre a tomada do poder pelos bolcheviques e a emergência do
nazismo.
Desde o fim dos anos 20, a GPU (novo
nome da Tcheka) inaugurou o método das quotas: cada região e cadadistrito deviam deter, deportar ou fuzilar uma
determinada percentagem de pessoas pertencentes às camadas sociais “inimigas”. Essas percentagens eram definidas
centralmente pela direção do Partido. A loucura planificadora e a mania estatística não diziam respeito somente à economia;
elas também se aplicavam ao domínio do terror. Desde 1920, com a vitória do Exército Vermelho sobre o Exército
Branco, na Crimeia, surgiram métodos estatísticos, e mesmo sociológicos: as vítimas são selecionadas segundo
critérios precisos, estabelecidos com a ajuda de questionários aos quais ninguém poderia deixar de responder. Os mesmos
métodos “sociológicos'' serão postos em prática pelos soviéticos para organizar as deportações e execuções
em massa nos Estados Bálticos e na Polônia ocupada de 1939- 1941. O transporte dos deportados em vagões de animais
acarretou as mesmas “aberrações” que as cometidas pelo nazismo: em 1943-1944, em plena batalha, Stalin fez
com que milhares de vagões e centenas de milhares de homens das tropas especiais do NKVD deixassem o fronte para
assegurar em um curtíssimo espaço de tempo a deportação das populações do Cáucaso. Essa lógica do genocídio - que
consiste, retomando o Código Penal francês, na “destruição total ou parcial de um grupo nacional, étnico, racial
ou religioso, ou de um determinado grupo, a partir de qualquer outro critério
arbitrário” - aplicada pelo poder comunista a grupos designados como inimigos,
a frações de sua própria sociedade, foi conduzida ao seu paroxismo por Pol Pot
e seus khmers vermelhos.
Fazer a aproximação entre o nazismo e o
comunismo, no que diz respeito a seus respectivos extermínios, podechocar. Entretanto, é Vassili Grossman - cuja mãe foi
morta pelos nazistas no gueto de Berditchev, escritor do primeiro texto sobre Treblinka e também um dos mestres do Livre
noir sobre o extermínio dos judeus na URSS - que, em seu relato Tout passe, faz um de seus personagens dizer a
respeito da fome na Ucrânia: “Os escritores e o próprio Stalin diziam todos a mesma coisa: os kulaks são parasitas,
eles queimam o trigo, matam as crianças. E nos disseram sem rodeios: é preciso que as massas se revoltem contra
eles, para aniquilá-los todos, enquanto classe, esses mal ditos.” E acrescenta: “Para matá-los, seria preciso declarar: os
kulaks não são seres humanos. Do mesmo modo que os alemães diziam: os judeus não são seres humanos. Foi o que
Lenin e Stalin disseram: os kulaks não são seres humanos.” E Grossman conclui, a respeito das crianças kulaks: “É
como os alemães que assassinaram as crianças judias nas câmaras de gás: vocês não têm direito de viver, vocês são
judeus.”
A cada vez, não são tanto os indivíduos
que são atingidos, mas os grupos. O terror tem como objetivoexterminar um grupo designado como inimigo, que, na
verdade, constitui-se somente como uma fração da sociedade, mas que é atingido
enquanto tal por uma lógica do genocídio. Assim, os mecanismos de segregação e
de exclusão do “totalitarismo da classe” se parecem singularmente
àqueles do “totalitarismo da raça”. Á sociedade nazista futura devia ser construída em torno da “raça pura”; a sociedade
comunista futura, em torno de um povo proletário, purificado de toda escória burguesa. O remodelamento dessas duas
sociedades foi planejado do mesmo modo, apesar de os critérios de exclusão não serem os mesmos. Portanto, é falso
pretender que o comunismo seja um universalismo: se o projeto tem uma vocação mundial, uma parte da humanidade é
declarada indigna de existir neste mundo, como no caso do nazismo; a diferença é que um recorte por estratos
(classes) substitui o recorte racial e territorial dos nazistas. Logo, os
empreendimentos leninista, stalinista, maoísta e
a experiência cambojana põem à humanidade - assim como aos juristas e historiadores - uma nova questão: como qualificar o
crime que consiste em exterminar, por razões político-ideológicas, não mais
indivíduos ou grupos limitados de oponentes, mas partes inteiras da sociedade?
É precisoinventar uma nova denominação?
Alguns autores anglo-saxões pensam dessa forma, criando o termo “politicídio”.
Ou é preciso chegar, como o fazem os
juristas tchecos, a qualificar os crimes cometidos pelos regimes comunistas
como “crimes comunistas”?
O que se sabia dos crimes do comunismo?
O que se queria saber? Por que foi preciso esperar o fim do séculopara que esse tema obtivesse o status de objeto de
ciência? Pois é evidente que o estudo do terror stalinista e comunista em geral, comparado ao estudo dos crimes nazistas, tem
um enorme atraso a recuperar, mesmo que, no Leste, os estudos se multipliquem.
Um grande contraste não pode deixar de
nos causar surpresa: foi com legitimidade que os vencedores em 1945situaram o crime - e em particular o genocídio dos
judeus - no centro de sua condenação ao nazismo. Numerosos pesquisadores em todo o mundo trabalham há décadas
sobre essa questão. Milhares de livros lhe foram consagrados, dezenas de
filmes, dos quais alguns muito famosos nos mais diferentes géneros - Noite e
Neblina ou Shoah, A Escolha de Sofia ou A
Lista de Schindler. Raul Hilberg, para citarmos apenas um autor, fez da
descrição detalhada das modalidades da
matança aos judeus no III Reich o centro de sua obra mais importante.
Ora, não existe um trabalho como esse
sobre a questão dos crimes comunistas. Enquanto que nomes como osde Himmler ou o de Eichman são conhecidos em todo o
mundo como símbolos da barbárie contemporânea, os de Dzerjinski, Lagoda ou de Lejov são ignorados da
maioria. Quanto a Lenin, Mao, Ho Chi Minh e o próprio Stalin, eles sempre foram tratados com uma surpreendente
reverência. Um órgão do Estado francês, a Loto, chegou a ter a inconsciência de associar Stalin e Mao a uma de suas
campanhas publicitárias! Quem teria a ideia de utilizar Hitler ou Goebbels numa operação semelhante?
A atenção excepcional concedida aos
crimes hitleristas é perfeitamente justificada. Ela responde à vontade dossobreviventes de testemunhar, dos pesquisadores
de compreender e das autoridades morais e políticas de confirmar os valores democráticos. Mas por que os testemunhos dos
crimes comunistas têm uma repercussão tão fraca na opinião pública? Por que o silêncio constrangido dos
políticos? E, sobretudo, por que um silêncio “acadêmico” sobre a catástrofe comunista que atingiu, há aproximadamente
80 anos, um terço da espécie humana, sobre quatro continentes? Por que essa incapacidade de situar no centro da
análise do comunismo um fator tão essencial quanto o crime, o crime de massa, o crime sistemático, o crime contra a
humanidade? Estamos diante de uma impossibilidade de compreensão? Não se trata, antes, de uma recusa deliberada de
saber, de um medo de compreender?
As razões dessa ocultação são múltiplas
e complexas. Inicialmente, estava em jogo a vontade clássica econstante dos carrascos de apagar as marcas de seus
crimes e de justificar o que eles não podiam esconder. O “relatório secreto” de Kruschev (1956), que se constituiu como o
primeiro reconhecimento dos crimes comunistas pelos próprios dirigentes comunistas, é também o relato de um
carrasco que vai procurar mascarar e encobrir seus próprios crimes - como chefe do Partido Comunista ucraniano no auge do
terror - atribuindo-os somente a Stalin e valendo-se do fato de que obedecia a ordens; ocultar a maior parte do crime
- ele fala somente das vítimas comunistas, bem menos numerosas do que todas as outras; atenuar o significado desses
crimes - ele os qualifica como “abusos cometidos pelo regime stalinista”; e, enfim, justificar a continuidade do
sistema com os mesmos princípios, as mesmas estruturas e os mesmos homens.
Kruschev nos dá um testemunho franco,
relacionando as oposições com as quais ele se chocou ao preparar orelatório secreto”, particularmente no que diz
respeito ao homem de confiança de Stalin: “Kaganovitch era de tal modo um
adulador, que ele teria cortado a garganta de seu pai se Stalin assim o
ordenasse com uma piscada de olhos, dizendo-lhe que era no interesse da Causa:
a causa stalinista, é claro, f...] Ele argumentava contra mim por causa do
medo egoísta de perder o pescoço. Ele obedecia
ao desejo impaciente de fugir a toda responsabilidade. Se havia crimes,
Kaganovitch queria somente uma coisa: estar certo de que suas marcas foram
apagadas.” O fechamento absoluto dos arquivos
dos países comunistas, o controle total da imprensa, da mídia e de todas as
saídas para o exterior, a propaganda do
“sucesso” do regime, toda essa máquina de ocultar informações visava, em
primeiro lugar, impedir que viesse à luz
a verdade sobre os crimes.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
StG-44 & AK-47
Qual a diferença entre
um fuzil que empregue a velha munição de mosquete típico da
Primeira Guerra Mundial e um fuzil desenhado para usar munição
baseada no 7,92 Kurz alemão? Costuma-se dizer que a grande diferença
entre o 7,92 Kurz e o velho 7,92 x 57 Mauser seria o peso do cartucho
completo, o que não deixa de ser verdade, mas a construção geral
da arma é que sofre a maior mudança, não só pela construção
mais delgada, já que a menor potência do tiro demanda menos
material, mas também pelo menor comprimento de todas as peças da
arma.
Uma munição mais
curta permite um carregador mais curto, um ferrolho mais curto e um
curso de ferrolho menor, o que permitirá um cofre de mecanismo mais
curto também.
No quadro abaixo
arbitrei que a distância entre a ponta da munição e a câmara do
fuzil seria um quarto do comprimento total da munição e a distância
entre a base da munição no carregador e a parte traseira do
ferrolho (onde fica a parte do percussor que é tocada pelo cão)
arbitrei em 30 mm.
A B C D E F G H I J K
79,92x33 Kurz 33 49 16 12,25 49,00 49,00 30,00 91,25 231,50 0,9
7,62x39 M1943 38,7 56 17,3 14,00 56,00 56,00 30,00 100,00 256,00 1
7,62 NATO 51,18 69,85 18,67 17,46 69,85 69,85 30,00 117,31 304,48 1,19
7,92x57 Mauser 57 82 25 20,50 82,00 82,00 30,00 132,50 347,00 1,36
30-06 63,3 85 21,7 21,25 85,00 85,00 30,00 136,25 357,50 1,4
LEGENDAS:
A Cartuchos
B Comprimento do estojo
C Comprimento da munição
D Comprimento que projétil acrescenta à munição
E distância do carregador até a câmara (¼ do comprimento da munição)
F Comprimento horizontal do carregador (o mesmo da munição)
G Comprimento da câmara (o mesmo da munição)
H Distância entre a traseira do ferrolho e a base da munição (arbitrei em 30 mm)
I Comprimento do ferrolho
J Comprimento do cofre (duas vezes o ferrolho mais a câmara)
K Comparação com o ferrolho de uma arma em calibre 7,63 x 33 mm (AK-47)
79,92x33 Kurz 33 49 16 12,25 49,00 49,00 30,00 91,25 231,50 0,9
7,62x39 M1943 38,7 56 17,3 14,00 56,00 56,00 30,00 100,00 256,00 1
7,62 NATO 51,18 69,85 18,67 17,46 69,85 69,85 30,00 117,31 304,48 1,19
7,92x57 Mauser 57 82 25 20,50 82,00 82,00 30,00 132,50 347,00 1,36
30-06 63,3 85 21,7 21,25 85,00 85,00 30,00 136,25 357,50 1,4
LEGENDAS:
A Cartuchos
B Comprimento do estojo
C Comprimento da munição
D Comprimento que projétil acrescenta à munição
E distância do carregador até a câmara (¼ do comprimento da munição)
F Comprimento horizontal do carregador (o mesmo da munição)
G Comprimento da câmara (o mesmo da munição)
H Distância entre a traseira do ferrolho e a base da munição (arbitrei em 30 mm)
I Comprimento do ferrolho
J Comprimento do cofre (duas vezes o ferrolho mais a câmara)
K Comparação com o ferrolho de uma arma em calibre 7,63 x 33 mm (AK-47)
Usando estes
parâmetros, uma arma dimensionada para usar o potente 30-06 do fuzil
Garand terá 40% mais comprimento, só no cofre. Além da necessidade
de usar mais aço para suportar o disparo bem mais potente do 30-06
(83% mais energia cinética que um tiro de AK-47), esta maior
quantidade de aço deverá ser usada num engenho necessariamente todo
mais longo.
O grande feito do
Sturmgewehr foi liberar os projetos das munições pesadas, que
tornavam as armas pesadas e incontroláveis.
Agora, uma tabela com
energia cinética e momento.
Cartuchos projétil velocidade energia comparação momento comparação
pés/seg
79,92x33 Kurz 125 2250 1404,94 0,89 5,55 0,95
7,62x39 M1943 123 2400 1572,93 1 5,83 1
7,62 NATO 150 2800 2610,9 1,66 8,3 1,42
7,92x57 Mauser 198 2600 2971,63 1,89 10,17 1,74
30-06 165 2800 2871,99 1,83 9,12 1,57
pés/seg
79,92x33 Kurz 125 2250 1404,94 0,89 5,55 0,95
7,62x39 M1943 123 2400 1572,93 1 5,83 1
7,62 NATO 150 2800 2610,9 1,66 8,3 1,42
7,92x57 Mauser 198 2600 2971,63 1,89 10,17 1,74
30-06 165 2800 2871,99 1,83 9,12 1,57
Os valores da tabela não são
definitivos, existem muitas munições num mesmo calibre com
diferentes velocidades e diferentes projéteis; apenas tentei pegar
os dados das versões mais típicamente encontradas entre os
soldados.
O 7,92 Mauser clássico
é muito potente, o que traz outra discussão: maior ainda foi o
feito do FG-42, que foi o primeiro fuzil 100% operacional utilizando
munição de mosquetão e pesando pouco mais que um StG-44. O FG-42
pede 50% mais material na construção, tendo 112% mais energia
cinética e 83% mais momento que o StG-44, mas pesa apenas 11% mais.
Realmente um grande feito. É bem verdade que a construção do FG é
totalmente diferente da construção de um StG, exatamente onde está
a engenharia formidável dessa arma. O que teria sido um FG
disparando a munição 7,92 x 33?
O FAL é uma arma que
faz o trancamento no corpo, o que é ótimo para a limpeza, mas
péssimo para a vida útil da arma. Após 17 mil tiros a caixa de
culatra do FAL fica 0,25 mm mais longa e o headsapace fica
perigosamente comprometido; é quando o FAL é repotenciado (como uma
retífica de motor). Se o FAL fizesse o trancamento diretamente entre
ferrolho e cano, seu corpo poderia ser mais fino e ele não
precisaria ser repotenciado depois de meros 17 mil tiros. O AK-47,
além de disparar uma munição menos potente, faz o trancamento do
cano diretamente na área da câmara, liberando o corpo para ser
feito materiais menos nobres e/ou mais leves.
Mas, quem é o pai dos
fuzis de assalto? E o que é um fuzil de assalto? Um fuzil de assalto
é uma arma que atira quase como uma submetralhadora nas distâncias
curtas e quase como um mosquetão nas distâncias longas, algumas
características:
- Tem carregador destacável de trinta tiros ou mais;
- Acerta um homem à quatrocentos metros, e;
- Dispara rajadas quando necessário sem desperdiçar munição.
A possibilidade de
emprego de coronhas dobráveis e o punho de pistola vieram como
consequências.
As miras abertas e
próximas foram usadas no StG-44 e no Kalashnikov por serem miras
rápidas e usáveis até por quem não tem visão muito acurada, não
significa que uma arma com grande distância entre miras na
configuração “peep sight” não possa ser um fuzil de assalto
(como o belga FNC).
FAL, FG-42, M-14 e BAR
não são fuzis de assalto (o BAR nem é um fuzil, ela só atira em
automático e por ferrolho aberto – na realidade é uma
metralhadora leve com nome errado).
Como o trancamento do
StG-44 é totalmente diferente do trancamento do AK-47, alguns
insistem na falta de parentesco entre os dois, o que é um erro, pois
o militar não se importa com os detalhes funcionais dos mecanismos,
o que ele quer é a dupla “layout + forma de emprego”, sobretudo
a forma de emprego.
Quem lançaria uma arma
de cano excepcionalmente curto, munição curta e menos potente,
miras abertas e não muito afastadas, carregador destacável de
trinta tiros e capaz de disparar rajadas se o StG-44 não tivesse
sido fabricado?
O fuzil AK-47 é uma
versão russa do Sturmgewehr, mas usa ferrolho rotativo e um mecanismo de
gatilho de espingarda Browning 1906. A frase de Lee Ermey “nothing
can be further from reality” foi exagerada.
O parentesco não é o
mesmo que notamos entre a Borchardt e a Luger, entre o Kalashnikov e
o Galil, mas ele existe sim.
Parentesco por
parentesco... a Maxim é uma carabina Henry (que é uma Volcanic)
onde o movimento da alavanca é feito pelo recuo; a Borchardt é uma
Maxim de mão com o joelho quebrando para cima e a Luger é uma
Borchardt menos medonha e canhestra. Veio tudo da Volcanic!
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Finlandeses e armênios: seduzidos, traídos e aprisionados.
No início dos anos 30, os soviéticos conduziram uma campanha de propaganda sobre a Carélia, jogando simultaneamente com as possibilidades oferecidas por essa região fronteiriça entre a URSS e a Finlândia e a atração que a “construção do socialismo” exercia. Quase 12 mil pessoas deixaram a Finlândia, acrescidos de cerca de cinco mil finlandeses vindos dos Estados Unidos, principalmente os membros da Associação (norte-americana) dos Trabalhadores Finlandeses, que naquele momento enfrentavam grandes dificuldades devido ao desemprego que se seguiu à crise de 1929. A “febre da Carélia” foi tão forte, que os agentes da Amtorg (agência comercial soviética) lhes prometiam trabalho, bons salários, alojamento e viagem gratuita de Nova York a Leningrado. Recomendava-se aos interessados que levassem tudo o que possuíssem.
A “corrida para a utopia”, segundo a expressão de Aino Kuusinen, transformou-se em pesadelo. Desde a sua chegada, as máquinas, as ferramentas e as economias desses imigrantes foram confiscadas. Obrigados a entregar os passaportes, eles se viram como prisioneiros em uma região sub desenvolvida, onde predominava a floresta, em condições de subsistência particularmente duras. Segundo Arvo Tuominen, que liderava o Partido Comunista Finlandês e ocupava a função de membro suplente do Presidium do Comitê do Komintern até o fim de 1939, condenado à morte para depois ver a sua pena comutada em dez anos de prisão, pelo menos 20 mil finlandeses foram encarcerados em campos de concentração.
Forçado a se instalar em Kirovakan, Aino Kuusinen presenciou a chegada, depois da Segunda Guerra Mundial, dos arménios que, também vítimas de uma hábil propaganda, haviam decidido se estabelecer na República Soviética da Armênia. Respondendo à convocação de Stalin, para que as pessoas de origem russa que viviam no estrangeiro retornassem à URSS, esses arménios, apesar de serem na realidade muito mais turcos exilados do que russos propriamente ditos, se mobilizaram para se instalarem na República da Armênia, que, em sua imaginação, substituía a terra de seus antepassados. Em setembro de 1947, vários milhares deles se reuniram no porto de Marselha. Três mil e quinhentos embarcaram no Rossio, que os transportou para a URSS. Assim que o navio transpôs a linha imaginária que demarcava as águas territoriais soviéticas no Mar Negro, a atitude das autoridades soviéticas mudou repentinamente. Muitos então compreenderam a armadilha odiosa em que tinham caído.
Em 1948, duas centenas de armênios chegaram dos Estados Unidos. Acolhidos em clima de festa, eles tiveram a mesma sorte: os seus passaportes foram confiscados logo na chegada. Em maio de 1956, várias centenas de arménios oriundos da Franca fizeram uma manifestação por ocasião da visita a Erevan do ministro das Relações Exteriores, Christian Pineau. Apenas 60 famílias foram autorizadas a deixar a URSS, enquanto a repressão se abatia sobre os outros.
Pagina 157 de O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO
Tomavam passaportes, confiscavam os bens, trancavam em campos de concentração, condenavam a trabalhos forçados, matavam...
O mesmo diabo que reelegeu Lula e elegeu Dilma, ajudou Lênin e Stalin na longa jornada de mentiras, roubos, assassinatos, estupros e torturas que ora chamamos de COMUNISMO.
A “corrida para a utopia”, segundo a expressão de Aino Kuusinen, transformou-se em pesadelo. Desde a sua chegada, as máquinas, as ferramentas e as economias desses imigrantes foram confiscadas. Obrigados a entregar os passaportes, eles se viram como prisioneiros em uma região sub desenvolvida, onde predominava a floresta, em condições de subsistência particularmente duras. Segundo Arvo Tuominen, que liderava o Partido Comunista Finlandês e ocupava a função de membro suplente do Presidium do Comitê do Komintern até o fim de 1939, condenado à morte para depois ver a sua pena comutada em dez anos de prisão, pelo menos 20 mil finlandeses foram encarcerados em campos de concentração.
Forçado a se instalar em Kirovakan, Aino Kuusinen presenciou a chegada, depois da Segunda Guerra Mundial, dos arménios que, também vítimas de uma hábil propaganda, haviam decidido se estabelecer na República Soviética da Armênia. Respondendo à convocação de Stalin, para que as pessoas de origem russa que viviam no estrangeiro retornassem à URSS, esses arménios, apesar de serem na realidade muito mais turcos exilados do que russos propriamente ditos, se mobilizaram para se instalarem na República da Armênia, que, em sua imaginação, substituía a terra de seus antepassados. Em setembro de 1947, vários milhares deles se reuniram no porto de Marselha. Três mil e quinhentos embarcaram no Rossio, que os transportou para a URSS. Assim que o navio transpôs a linha imaginária que demarcava as águas territoriais soviéticas no Mar Negro, a atitude das autoridades soviéticas mudou repentinamente. Muitos então compreenderam a armadilha odiosa em que tinham caído.
Em 1948, duas centenas de armênios chegaram dos Estados Unidos. Acolhidos em clima de festa, eles tiveram a mesma sorte: os seus passaportes foram confiscados logo na chegada. Em maio de 1956, várias centenas de arménios oriundos da Franca fizeram uma manifestação por ocasião da visita a Erevan do ministro das Relações Exteriores, Christian Pineau. Apenas 60 famílias foram autorizadas a deixar a URSS, enquanto a repressão se abatia sobre os outros.
Pagina 157 de O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO
Tomavam passaportes, confiscavam os bens, trancavam em campos de concentração, condenavam a trabalhos forçados, matavam...
O mesmo diabo que reelegeu Lula e elegeu Dilma, ajudou Lênin e Stalin na longa jornada de mentiras, roubos, assassinatos, estupros e torturas que ora chamamos de COMUNISMO.
Os iugoslavos tão dedicados à revolução... levam a pior também!
Os iugoslavos presentes na Rússia em 1917 e que lá ficaram por livre vontade somavam, em 1924, de 2.600 a 3.750 pessoas. A esses juntavam-se os operários das indústrias e especialistas vindos da América e do Canadá, com o respectivo material, para participar da “edificação do socialismo”. Suas colônias encontravam-se espalhadas por todo o território, de Leninsk a Magnitogorsk, passando por Saratov. Entre 50 e cem deles participaram da construção do metro de Moscou. Tal como as outras, a emigração iugoslava foi reprimida. Bozidar Maslarítch afirmou que eles sofreram “o destino mais cruel”, acrescentando: “Na sua grande maioria, foram presos em 1937-1938, e o seu destino é totalmente desconhecido...”. Apreciação subjetiva, alimentada pelo fato de várias centenas de emigrantes terem desaparecido. Atualmente, continua a não haver dados definitivos sobre os iugoslavos que trabalharam na URSS, especialmente sobre os que participaram da construção do metro de Moscou e que foram duramente reprimidos por terem protestado contra suas condições de trabalho.
Página 159 de O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO
Interessante. Tito, outro monstro comunista da pior espécie, lutou na revolução russa e o filho de Tito lutou na defesa de Moscou (1941).
Iugoslavos são otários ou Tito não se importava com os iugoslavos, o que é muito natural, o comunista só se importa com a pátria chamada COMUNISMO, o resto pode morrer. Para mim, de família expropriada pelos comunistas iugoslavos, é uma satisfação ver que os comunistas maltrataram essas pessoas selvagens e ingratas (os Balcãs foram salvos dos turcos pelos austríacos, a região toda foi desenvolvida por austríacos).
O caso de minha família com os comunistas iugoslavos:
-meu avô passou três anos lutando contra os comunistas na Iugoslávia;
-sua divisão rendeu-se aos ingleses, quando foi desarmada e depois enviada para a Iugoslávia, onde os comunistas de Tito assassinaram todos os soldados que lá chegaram (sim, execução de prisioneiros de guerra; um presente dos ingleses para os comunistas de Tito);
-em 1958 recebeu a cidadania alemã, coisa que o governo alemão jamais daria para alguém com pendências de crimes de guerra;
-no Brasil, no final dos anos 60, meu avô foi preso pela Polícia Federal e ameaçado com extradição para a Iugoslávia; meu avô passou sua metalúrgica para um laranja dos policiais e foi solto.
E ainda tem gente que diz que o governo militar brasileiro só caçava comunistas, que protegia nazistas, o converseiro de sempre.
Página 159 de O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO
Interessante. Tito, outro monstro comunista da pior espécie, lutou na revolução russa e o filho de Tito lutou na defesa de Moscou (1941).
Iugoslavos são otários ou Tito não se importava com os iugoslavos, o que é muito natural, o comunista só se importa com a pátria chamada COMUNISMO, o resto pode morrer. Para mim, de família expropriada pelos comunistas iugoslavos, é uma satisfação ver que os comunistas maltrataram essas pessoas selvagens e ingratas (os Balcãs foram salvos dos turcos pelos austríacos, a região toda foi desenvolvida por austríacos).
O caso de minha família com os comunistas iugoslavos:
-meu avô passou três anos lutando contra os comunistas na Iugoslávia;
-sua divisão rendeu-se aos ingleses, quando foi desarmada e depois enviada para a Iugoslávia, onde os comunistas de Tito assassinaram todos os soldados que lá chegaram (sim, execução de prisioneiros de guerra; um presente dos ingleses para os comunistas de Tito);
-em 1958 recebeu a cidadania alemã, coisa que o governo alemão jamais daria para alguém com pendências de crimes de guerra;
-no Brasil, no final dos anos 60, meu avô foi preso pela Polícia Federal e ameaçado com extradição para a Iugoslávia; meu avô passou sua metalúrgica para um laranja dos policiais e foi solto.
E ainda tem gente que diz que o governo militar brasileiro só caçava comunistas, que protegia nazistas, o converseiro de sempre.
Os russos salvaram Stalin de Hitler. Como recompensa ganharam mais castigos...
-->
Mesmo após
mais de vinte anos sofrendo com torturas, prisões, roubos, estupros,
escravização, sequestros, deportações e a absoluta ausência de quaisquer
liberdades e garantias individuais por parte do governo comunista de Lênin e
Stalin, os russos, mais uma vez foram iludidos.
As primeiras
semanas de avanço do exército alemão contra a URSS foram marcadas por otimismo
e profissionalismo; os excessos foram praticados pelo lado desesperado, pelas
guerrilhas organizadas pelos comissários do partido comunista instruídos por
Stalin na chamada “política da terra arrasada”. Ainda que os alemães se
esforçassem muito para parecerem libertadores, a única versão que chegaria aos
ouvidos dos operários de Moscou seria a versão dos comunistas. A julgar pelo
número de soviéticos que juntaram-se às *SS na luta contra Stalin, os alemães
não devem ter sido assim tão terríveis; e dificilmente conseguiriam fazer
tantas maldades quanto Lênin e Stalin fizeram.
Muitos filmes
oficiais nazistas, de fato, descreviam os russos como criaturas dispensáveis,
opinião totalmente diferente era encontrada na tropa, cujo respeito os russos
ganharam na guerra combatendo em unidades nacionalistas locais ou nas *SS. Os
livros de Otto Skorzeny e Hans Ulrich Rudel não descrevem os russos como
animais ou monstros.
O fato é que a
propaganda comunista conseguiu convencer os soviéticos a defenderem o país
contra os nazistas. O soviético guerreou para ser assassinado por outro
soviético!
Os nazistas,
em poucos anos de guerra, aprenderam a ignorar as bobagens racistas do partido;
soldados russos, poloneses, tchecos, húngaros, italianos, indianos, muçulmanos
bósnios e até ingleses lutaram nas SS, o quartel general das SS, na rua Prinz
Eugen, foi defendido por uma divisão francesa em maio de 1945. Mas, o que aconteceu na URSS após a guerra? O
Estado soviético continuou assassinando inocentes por serem de determinada
etnia, por representarem uma classe ou apenas para servirem de exemplo. É mais
fácil mudar a cabeça de um nazista que a cabeça de um comunista? A História
sugere que sim.
E se na
verdade as atrocidades nazistas só tiverem incomodado os ocidentais? O povo de
um país onde o próprio exército sequestra e executa pessoas de uma pequena
cidade apenas para convencer os locais a entregarem certa quantidade de cereais
para o governo, se incomodará quando soldados de outro país executarem civis em
represália a algum ataque guerrilheiro? Não acho impossível, mas não creio que
o impacto seja o mesmo que teria no nosso país. Biografias de militares alemães
que lutaram na frente russa falam muito sobre a capacidade do russo para
sofrer; essa capacidade existia antes de 1918 ou foi forjada pelos abusos da
Tcheka e da GPU?
-Uma nação que
prende crianças de menos de dez anos? I-N-A-C-R-E-D-I-T-Á-V-E-L!
-Fuzilar
reféns para que a aldeia colabore? Efeito entre os camponeses? E ainda dizem
que os bolchevistas defendiam os camponeses? As execuções de civis em
represália aos atos de guerrilha, tão atribuídos aos nazistas, chocavam mesmo
os russos?
-Exterminar
classe? Transformar filhas esposas de alguém em escravas sexuais? Essa é boa para as mocinhas comunistas de plantão! O kamarada
Lênin era realmente um cara valente e durão! E os nossos “intelectuais” são
muito corruptos. O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO é muito completo, eu acabaria postando o livro inteiro...
Da página 109 do LIVRO NEGRO
DO COMUNISMO tirei:
“Uma coletânea de documentos
recentemente publicada sobre “o espírito público” em Moscou durante os
primeiros meses da guerra, destaca a desordem da “gente comum” diante do avanço
alemão do verão de 1941. Os moscovitas pareciam dividir-se em três grupos - um
de “patriotas”, um “movediço” onde nasciam e se difundiam os rumores, e um de
“derrotistas” que desejava a vitória dos alemães sobre os “judeus e
bolcheviques”, assemelhados e detestados. Em outubro de 1941, durante o
desmonte das fábricas visando à evacuação em direção ao leste do país,
ocorreram “desordens anti-soviéticas” nas empresas têxteis da região de
Ivanovo. As afirmações derrotistas mantidas por alguns operários eram
reveladoras do estado de desespero no qual se encontrava uma parte do mundo
operário, submetido desde 1940 a uma legislação cada vez mais dura.”...
...”Entretanto, já que a
barbárie nazista não acenava com nenhum futuro promissor aos sub-homens
soviéticos, votados ao extermínio, ou melhor, à escravidão, ela acabou por
reconciliar, num grande sobressalto patriótico, a gente comum com o regime. Com
bastante habilidade, Stalin soube reafirmar com força os valores russos,
nacionais e patrióticos.”
Mesmo após
mais de vinte anos sofrendo com torturas, prisões, roubos, estupros,
escravização, sequestros, deportações e a absoluta ausência de quaisquer
liberdades e garantias individuais por parte do governo comunista de Lênin e
Stalin, os russos, mais uma vez foram iludidos.
As primeiras
semanas de avanço do exército alemão contra a URSS foram marcadas por otimismo
e profissionalismo; os excessos foram praticados pelo lado desesperado, pelas
guerrilhas organizadas pelos comissários do partido comunista instruídos por
Stalin na chamada “política da terra arrasada”. Ainda que os alemães se
esforçassem muito para parecerem libertadores, a única versão que chegaria aos
ouvidos dos operários de Moscou seria a versão dos comunistas. A julgar pelo
número de soviéticos que juntaram-se às *SS na luta contra Stalin, os alemães
não devem ter sido assim tão terríveis; e dificilmente conseguiriam fazer
tantas maldades quanto Lênin e Stalin fizeram.
Muitos filmes
oficiais nazistas, de fato, descreviam os russos como criaturas dispensáveis,
opinião totalmente diferente era encontrada na tropa, cujo respeito os russos
ganharam na guerra combatendo em unidades nacionalistas locais ou nas *SS. Os
livros de Otto Skorzeny e Hans Ulrich Rudel não descrevem os russos como
animais ou monstros.
O fato é que a
propaganda comunista conseguiu convencer os soviéticos a defenderem o país
contra os nazistas. O soviético guerreou para ser assassinado por outro
soviético!
Os nazistas,
em poucos anos de guerra, aprenderam a ignorar as bobagens racistas do partido;
soldados russos, poloneses, tchecos, húngaros, italianos, indianos, muçulmanos
bósnios e até ingleses lutaram nas SS, o quartel general das SS, na rua Prinz
Eugen, foi defendido por uma divisão francesa em maio de 1945. Mas, o que aconteceu na URSS após a guerra? O
Estado soviético continuou assassinando inocentes por serem de determinada
etnia, por representarem uma classe ou apenas para servirem de exemplo. É mais
fácil mudar a cabeça de um nazista que a cabeça de um comunista? A História
sugere que sim.
E se na
verdade as atrocidades nazistas só tiverem incomodado os ocidentais? O povo de
um país onde o próprio exército sequestra e executa pessoas de uma pequena
cidade apenas para convencer os locais a entregarem certa quantidade de cereais
para o governo, se incomodará quando soldados de outro país executarem civis em
represália a algum ataque guerrilheiro? Não acho impossível, mas não creio que
o impacto seja o mesmo que teria no nosso país. Biografias de militares alemães
que lutaram na frente russa falam muito sobre a capacidade do russo para
sofrer; essa capacidade existia antes de 1918 ou foi forjada pelos abusos da
Tcheka e da GPU?
Pág 81:
“Durante o mês passado, a
prisão de Balachevo '-devolveu' a Elan 78 condenados, sendo
que 48 dos quais tinham menos
de dez anos; 21 foram imediatamente soltos. [...]”
-Uma nação que
prende crianças de menos de dez anos? I-N-A-C-R-E-D-I-T-Á-V-E-L!
Pág 61:
“Fizemos 40 reféns,
declaramos o povoado em estado de sítio e demos duas horas aos seus habitantes
para entregarem os bandidos e as armas escondidas. Reunidos em assembleia, os
habitantes hesitavam sobre que conduta seguir, mas não se decidiam a colaborar
ativamente com a caça aos bandidos. Sem dúvida, eles levavam a sério as nossas
ameaças de execução dos reféns. Expirado o prazo, executamos 21 reféns diante
da assembleia de moradores. A execução pública, por fuzilamento individual, com
todas as formalidades usuais, na presença de todos os membros da
Comissão Plenipotenciária,
comunistas, etc., provocou um efeito considerável entre os camponeses...”
“Em 3 de julho, começamos as
operações no burgo de Bogoslovka. Raramente podemos encontrar camponeses assim
tão insubmissos e organizados. Quando discutíamos com eles, do mais jovem ao
mais idoso, todos respondiam unanimemente, fazendo cara de espantados:
“Bandidos, aqui? Não acreditem nisso! Talvez tenhamos visto um ou outro passar
de vez em quando por estas paragens, mas não sabíamos que eram bandidos. Nós
vivemos tranquilamente, não fazemos mal a ninguém, não sabemos de nada.”
Tomamos medidas semelhantes
às de Ossinovka: fizemos 58 reféns. Em 4 de julho, fuzilamos um primeiro grupo
de 21 pessoas, depois 15 no dia seguinte, e pusemos sob estreita vigilância 60
famílias de bandidos, ou seja, cerca de 200 pessoas. No final das contas,
alcançamos nossos objetivos, e eles foram obrigados a partir em busca dos bandidos
e das armas escondidas...”
-Fuzilar
reféns para que a aldeia colabore? Efeito entre os camponeses? E ainda dizem
que os bolchevistas defendiam os camponeses? As execuções de civis em
represália aos atos de guerrilha, tão atribuídos aos nazistas, chocavam mesmo
os russos?
Pág 54:
“a humilhação das “burguesas”
obrigadas a limpar as latrinas e as casernas dos tchekistas ou das Guardas
Vermelhas parece ter sido uma prática corrente. Mas era também uma versão
edulcorada e “politicamente apresentável” de uma realidade bem mais brutal: o
estupro, fenômeno que, segundo vários testemunhos concordantes, alcançou
proporções gigantescas, particularmente durante a segunda reconquista da
Ucrânia, das regiões cossacas e da Criméia em 1920.
Etapa lógica e final do
“extermínio da burguesia enquanto classe”, as execuções de detentos, suspeitos
e reféns encarcerados somente por pertencerem às “classes abastadas” são
atestadas em muitas cidades tomadas pelos bolcheviques.”
-Exterminar
classe? Transformar filhas esposas de alguém em escravas sexuais? Essa é boa para as mocinhas comunistas de plantão! O kamarada
Lênin era realmente um cara valente e durão! E os nossos “intelectuais” são
muito corruptos. O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO é muito completo, eu acabaria postando o livro inteiro...
*As SS pertenciam ao partido nazista. Um russo não poderia
alistar-se no exército alemão, pois não era cidadão alemão, mas poderia
alistar-se nas SS. Daí os estrangeiros serem encontrados sempre nas SS, que na
maioria das vezes era uma tropa essencialmente idêntica ao exército, salvo pela
ausência do capelão.
Esposas e filhos eram também executados pelos comunistas
As primeiras vítimas foram os membros da oposição russa já aprisionados. Em fins de 1935, os detidos,
libertados no final das respectivas penas, foram novamente encarcerados. Vários milhares de militantes trotskistas foram reunidos na região de Vorkuta. Eram cerca de 500 nas minas, mil no campo de Ukhto-Pechora e, ao todo, vários milhares na área de Pechora. Em 27 de outubro de 1936, mil desses prisioneiros^2 iniciaram uma greve de fome de 132 dias. Reivindicavam a sua separação dos presos de direito comum e de viverem com a família. Ao fim de quatro semanas, um dos prisioneiros faleceu. Muitos outros sofreram a mesma sorte até que a administração anunciou que seriam atendidas as reivindicações. No outono seguinte, 1.200 prisioneiros (metade dos quais trotskistas) foram reunidos nas proximidades de uma antiga fábrica de tijolos. No fim de março, a administração elaborou uma lista de 25 prisioneiros, que receberam um quilo de pão e ordens para se prepararem para partir. Momentos depois, escutava-se o estrondo de um fuzilamento. Admitiu-se o pior quando, pouco tempo depois, os prisioneiros viram regressar a escolta do grupo. Dias depois, nova chamada e novo estrondo de fuzilamento. E assim continuou até o fim de maio. Os guardas regavam os cadáveres com gasolina, a fim de queimá-los e fazer com que desaparecessem. O NKVD difundia, via rádio, o nome dos fuzilados “por agitação contra-revolucionária, sabotagem, banditismo, recusa ao trabalho, tentativa de fuga, etc.”. As mulheres não foram poupadas. A mulher de um militante executado era automaticamente passível da pena capital, e os filhos de um oposicionista, desde que tivessem mais de 12 anos, estavam sujeitos ao mesmo procedimento.
Página 148 de O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO
E você ainda quer ver sua imagem associada a partidos que usam estrela vermelha e foice e martelo como símbolos?
libertados no final das respectivas penas, foram novamente encarcerados. Vários milhares de militantes trotskistas foram reunidos na região de Vorkuta. Eram cerca de 500 nas minas, mil no campo de Ukhto-Pechora e, ao todo, vários milhares na área de Pechora. Em 27 de outubro de 1936, mil desses prisioneiros^2 iniciaram uma greve de fome de 132 dias. Reivindicavam a sua separação dos presos de direito comum e de viverem com a família. Ao fim de quatro semanas, um dos prisioneiros faleceu. Muitos outros sofreram a mesma sorte até que a administração anunciou que seriam atendidas as reivindicações. No outono seguinte, 1.200 prisioneiros (metade dos quais trotskistas) foram reunidos nas proximidades de uma antiga fábrica de tijolos. No fim de março, a administração elaborou uma lista de 25 prisioneiros, que receberam um quilo de pão e ordens para se prepararem para partir. Momentos depois, escutava-se o estrondo de um fuzilamento. Admitiu-se o pior quando, pouco tempo depois, os prisioneiros viram regressar a escolta do grupo. Dias depois, nova chamada e novo estrondo de fuzilamento. E assim continuou até o fim de maio. Os guardas regavam os cadáveres com gasolina, a fim de queimá-los e fazer com que desaparecessem. O NKVD difundia, via rádio, o nome dos fuzilados “por agitação contra-revolucionária, sabotagem, banditismo, recusa ao trabalho, tentativa de fuga, etc.”. As mulheres não foram poupadas. A mulher de um militante executado era automaticamente passível da pena capital, e os filhos de um oposicionista, desde que tivessem mais de 12 anos, estavam sujeitos ao mesmo procedimento.
Página 148 de O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO
E você ainda quer ver sua imagem associada a partidos que usam estrela vermelha e foice e martelo como símbolos?
Resistência francesa - um ninho de comunistas
Stalin, livre de seu último adversário político, nem por isso desistiu da caça aos trotskistas. O exemplo francês é muito revelador do reflexo mental adquirido pelos militantes comunistas relativamente aos militantes das pequenas organizações trotskistas. Durante a ocupação, na França, não está excluída a possibilidade de alguns trotskistas terem sido denunciados por comunistas às polícias francesa e alemã. Nas prisões e nos campos franceses de Vichy, os trotskistas foram sistematicamente postos em quarentena. Em Nontron (na região francesa de Dor-dogne), Gérard Bloch foi relegado ao ostracismo pelo grupo comunista liderado por Michel Bloch, filho do escritor Jean-Richard Bloch. Encarcerado em Eysses, Gérard Bloch foi avisado por um professor católico de que o grupo comunista da prisão decidira executá-lo, estrangulando-o durante a noite.
Nesse clima de raiva cega, o caso do “desaparecimento” de quatro trotskistas, entre os quais Pierre Tresso, fundador do Partido Comunista Italiano, em poder do maquis FTP “Wodli”, instalado na região francesa do Alto Loire, adquire todo o seu significado. Evadidos da prisão de Puy-en-Velay, em l de outubro de 1943, ao mesmo tempo que seus camaradas comunistas, cinco militantes trotskistas foram “protegidos” por esse grupo de resistentes comunistas. Um deles, Albert Demazière, separou-se acidentalmente de seus camaradas. Foi o único sobrevivente dos cinco. Tresso, Pierre Salini, Jean Reboul e Abraham Sadek foram executados no final de outubro, após um julgamento simulado e muito significativo. As “testemunhas” e protagonistas ainda vivos relatam que esses militantes haviam, com efeito, planejado o “envenenamento da água do campo”, acusação medieval que nos remete às origens judaicas de Trotski (cujo filho, Serguei, também foi acusado na URSS de ter as mesmas intenções) e de pelo menos um dos membros do grupo (Abraham Sadek). Dessa forma, o movimento comunista demonstrava que não estava isento da mais grosseira regressão anti-semita. Antes de serem mortos, os quatro trotskistas foram fotografados, provavelmente para serem identificados pelas instâncias superiores do PCF, e obrigados a escrever as suas biografias.
página 155 de O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO
Em plena guerra, os comunistas ainda encontravam tempo para assassinar supostos inimigos do sistema bem longe da URSS.
Nesse clima de raiva cega, o caso do “desaparecimento” de quatro trotskistas, entre os quais Pierre Tresso, fundador do Partido Comunista Italiano, em poder do maquis FTP “Wodli”, instalado na região francesa do Alto Loire, adquire todo o seu significado. Evadidos da prisão de Puy-en-Velay, em l de outubro de 1943, ao mesmo tempo que seus camaradas comunistas, cinco militantes trotskistas foram “protegidos” por esse grupo de resistentes comunistas. Um deles, Albert Demazière, separou-se acidentalmente de seus camaradas. Foi o único sobrevivente dos cinco. Tresso, Pierre Salini, Jean Reboul e Abraham Sadek foram executados no final de outubro, após um julgamento simulado e muito significativo. As “testemunhas” e protagonistas ainda vivos relatam que esses militantes haviam, com efeito, planejado o “envenenamento da água do campo”, acusação medieval que nos remete às origens judaicas de Trotski (cujo filho, Serguei, também foi acusado na URSS de ter as mesmas intenções) e de pelo menos um dos membros do grupo (Abraham Sadek). Dessa forma, o movimento comunista demonstrava que não estava isento da mais grosseira regressão anti-semita. Antes de serem mortos, os quatro trotskistas foram fotografados, provavelmente para serem identificados pelas instâncias superiores do PCF, e obrigados a escrever as suas biografias.
página 155 de O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO
Em plena guerra, os comunistas ainda encontravam tempo para assassinar supostos inimigos do sistema bem longe da URSS.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Governo brasileiro: urgência para assassinar cidadãos comuns!
Caráter de urgência no governo
brasileiro inexiste. Urgência lá, só se for “urgência do mau
caráter”.
Contagem regressiva para o dia dos
pais!
Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais e
Natal! Quatro feriados onde nosso governo PSDB/PT/PMDB/DEM permite
que milhares de criminosos condenados passem os opíparos festejos
com suas respectivas e amorosas famílias!
O “POBREMA” É QUE ESSA CAMBADA DE
FILHO DA PUTA É TUDO BANDIDO!
Só em São Paulo, 6% dessas “vítimas
de uma sociedade injusta” não voltam para as penitenciárias de
livre e espontânea vontade. Alguns, menos de duas horas depois de
liberados, já mataram ou roubaram ou estupraram alguém.
Aí o doutor comunistinha de terno e
gravata na TV responde com carinha de anjo “a lei das execuções
penais assim determina, é um direito do preso”.
HAHAHAHA! Povo banana!
Anular a validade do registro do meu
revólver para me ameaçar com cadeia e me obrigar a entregar minha
arma, comprada legalmente há mais de vinte anos, pode. Tem lei
aprovada, assinada pelos cães do partido e com “constitucionalidade”
confirmada pelo STF.
Agora... mudar a lei das execuções
penais para que esse povo não tenha permissão para sair da cadeia,
isso não pode.
No Brasil o poder emana do criminoso
para o criminoso. Quem não entender essa simples constatação
ficará por vezes, desnecessariamente confuso.
Napalm nesses miserentos!
Penitenciária, para alguns politicamente corretos, é o mesmo que "estabelecimento de privação de liberdade". No "DICIONÁRIO DO PIMENTEL" podemos ler "local onde são colocadas as vítimas de uma sociedade injusta". Se a Defensoria Pública achar o dicionário do Pimentel, vão adotar o termo.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO
BINGO!!!!!!!!!!
Achei este link hoje.
É um BLOG.
O livro eu procurei muito em livrarias, mas parece que alguém deu um jeito dele não mais ser editado.
Clique para ir ao BLOG
Lá você pode abrir o pdf.
Onze dias depois de postar, só posso dizer que quanto mais eu leio esse livro mais eu aprecio o trabalho realizado pelos membros do nosso querido e saudoso DOI-CODI. Escrever um livro, plantar uma árvore, ter um filho e machucar um comunista!!! Machucar muito, muito mesmo. Não há tortura que um comunista não mereça. Não digo os equivocados que por ele lutaram no primeiro quarto do século XX, mas a cambada de gente desprezível que defendeu essa abominação nos últimos sessenta anos. Garrote vil é pouco para quem se diz, nos dias de hoje, comunista.
Achei este link hoje.
É um BLOG.
O livro eu procurei muito em livrarias, mas parece que alguém deu um jeito dele não mais ser editado.
Clique para ir ao BLOG
Lá você pode abrir o pdf.
Onze dias depois de postar, só posso dizer que quanto mais eu leio esse livro mais eu aprecio o trabalho realizado pelos membros do nosso querido e saudoso DOI-CODI. Escrever um livro, plantar uma árvore, ter um filho e machucar um comunista!!! Machucar muito, muito mesmo. Não há tortura que um comunista não mereça. Não digo os equivocados que por ele lutaram no primeiro quarto do século XX, mas a cambada de gente desprezível que defendeu essa abominação nos últimos sessenta anos. Garrote vil é pouco para quem se diz, nos dias de hoje, comunista.
Grau API do petróleo
Outra coisa que só aprendi para não passar vergonha na Petrobras.
Grau API é uma medida usada para
classificar petróleo. Foi criada pelo American Petroleum Institute
(o que explica a sigla).
Por que não usam a densidade
simples, para mim, é um mistério.
Como funciona?
Quanto mais alto, mais fino e menos
denso é o óleo.
A referência é a água. O API da água
é 10.
A densidade do óleo em quilos por
litro deve ser igual à fração “141,5/131,5 + grau API”
Se o API da água é 10 então teremos
141,5 / (131,5+10) = 1
Em qual temperatura?
3,8 graus Celsius, que é a temperatura
em que a água pesa 1 kg por litro.
A densidade média da gasolina é de
740 g por litro, qual o API?
141,5 dividido por 131,5 + o grau API
da gasolina resultará em 0,74.
141,5 é 0,74 de quanto?
141,5 / 0,74 = 191,2162
O grau API da gasolina, acrescido de
131,5 dá 191,2162
191,2162 – 131,5 = o grau API da
gasolina, que é 59,7162
Fácil demais!
Como calcular UM barril de petróleo.
Não aprendi isto na Petrobras, mas jamais teria pesquisado se não a frequentasse.
Quantos litros tem um barril de
petróleo?
A medida redondinha é 42 galões
americanos (a medida de volume, não a ave).
Quantos litros tem um galão?
Gosto de calcular em centímetros
cúbicos primeiro. Um litro tem mil centímetros cúbicos.
Um galão tem 231 polegadas cúbicas.
Quanto é uma polegada? Viu como você
pode aprender um monte de coisas comigo?
Uma polegada é dois centímetros,
cinco milímetros e quatro décimos de milímetro, ou 2,54cm.
Uma polegada cúbica, vezes 231 é
igual a UM galão.
2,54 x 2,54 x 2,54 x 231 = 16,387064 x
231 = 3.785,411784 centímetros cúbicos, o que dá 3,78541184 litros
42 galões então é: 42 x 3,78541184 =
158,987294928 litros
Faltam 12,705072 centímetros cúbicos
para completar 159 litros!
Arredondemos para 158,9873 litros.
É uma medida americana, daí ser
baseada em polegadas e galões.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Armas Roubadas alimentam o crime?
Num mesmo documento, a
infame cartilha “como negar registro de arma para um cidadão
comum” (o modelo de negativa da Polícia Federal), li que 30% e 68%
das armas aprendidas em situação ilegal foram adquiridas
legalmente. Precisam escolher se é 30 ou 68%. AQUI Ministério da Justiça manda PF perseguir donos de armas
Bom... na verdade,
essencialmente TUDO que o crime usa foi ilegalmente tirado de alguém
que adquiriu legalmente. N-O-V-I-D-A-D-E!!!
Nos anos oitenta a
revista MAGNUM afirmava (se não me falha a memória) que 80% das
armas nacionais apreendidas em São Paulo eram armas tiradas de
vigilantes. A MAGNUM sugeriu uma nova munição para que as armas dos
vigilantes perdessem parte da utilidade depois de roubadas. Ninguém
se importou; afinal, a MAGNUM é uma revista feita por gente que
conhece armas, qualquer coisa que viesse dela não levaria o Brasil
até a situação tão esperada: pânico generalizado.
Todo roubo a banco é
praticado com automóvel legalmente adquirido, mas ninguém fala em
proibir automóveis. Pode parecer exagero, mas não é mentira.
Um bom consumidor de
coca gasta quanto se divertindo? E maconha?
Stephen Tyler declarou
certa vez que cada membro do Aerosmith cheirou um jatinho inteiro no
final dos anos setenta. O problemático Fábio Assunção financiou
quantas armas comprando cocaína?
A vìtima de furto ou
roubo que perde uma arma vira inimigo público, o usuário de droga é
vítima?
O grande pecado da arma
é ser um bom produto! Dura muito mesmo!
Uma pistola Taurus PT
57 AMF furtada em 1986 num mesmo episódio onde teria sido furtado um
videocassete, ainda está, se minimamente bem cuidada, funcionando
perfeitamente; o videocassete não mais existe há pelo menos doze
anos. As armas em circulação são produto de décadas de furtos e
roubos sim, mas o crime há muitos anos delas não depende para se
abastecer.
Já foi afirmado que 5%
das residências em São Paulo contavam com armas (revistas VEJA e
Jornal Tribuna do Direito – estão aqui
http://www.angelfire.com/rebellion/weapons/desarmamento/desarmamento.htm).
Então, na média, se
um ladrão invade casas desarmado, a probabilidade dele encontrar uma
arma até a décima invasão é de 50%. Metade dos invasores
desarmados completam dez invasões desarmados? Não. Definitivamente
não! Bandido nenhum trabalha desarmado. A arma no fundo de uma
gaveta é uma grata surpresa, mas o bandido vive melhor e mais
tranquilo sabendo que jamais encontrará uma arma, ele prefere
invadir casas onde não encontrará resistência armada.
Tudo que o bandido tem
vem da população honesta. Seja roubando, furtando ou vendendo
drogas, o bandido tira seu sustento do crime. As armas, por serem
ferramentas de trabalho, acabam sendo retidas com mais facilidade.
Cortar 100% das armas
da população para cortar as armas do crime acaba retirando apenas
uma pequena parte das armas do crime e essa pequena parcela acaba
sendo substituída pelo contrabando. Se não fosse verdade, a queda
brutal nas vendas de armas e a quase extinção dos portes de arma,
sentidos a partir da era FHC, já teriam dado algum resultado
positivo, mas não é o que vemos, o crime continua tendo todas as
armas que considera necessárias.
O criminoso é um
organismo independente, ele não preenche formulários, não licita e
não se intimida com leis. Criminoso precisa de arma e ele sempre
conseguirá uma.
Se todas as armas
legais forem recolhidas hoje, salvo armas das forças armadas,
polícias militares, polícias civís, federal, ferroviária federal
e rodoviária federal, em alguns anos teremos o crime armado apenas
armas roubadas das forças citadas ou contrabandeadas, mas nenhum
bandido deixará de ser bandido por falta de uma arma.
Minto? Não. A Rússia
é um país onde, pelo menos, há noventa anos nenhum civil pode
comprar uma arma de fogo, mas em 2000 apresentou cerca de 30 mil
homicídios. A máfia russa tem quantas armas precisa. Nove anos
depois estava com dezoito mil, enquanto o Brasil já tinha saído de
vinte e cinco mil para cinquenta mil. Dezoito parece uma boa queda?
De 2002 os americanos tiveram uma queda de dezesseis mil para
quatorze mil, mesmo tendo duzentos e cinquenta milhões de armas nas
mãos de oitenta milhões de cidadãos.
***São apenas
divagações. Não acredite em mim. Pesquise, desconfie, duvide e
confira.
Assinar:
Comentários (Atom)