ISTO É APENAS UMA LISTA NÃO EXAUSTIVA DE SUGESTÕES PARA DEMONSTRAR COMO BARACK OBAMA E SEUS SEGUIDORES SÃO IRRESPONSÁVEIS, INEPTOS E MAL INTENCIONADOS, É MESMO UMA VERSÃO UNILATERAL, NÃO NEGO.
Mais uma vez me arrependo do nome deste blog, o nome poderia ser "eu odeio barack obama".
Depois de ver minhas postagens sumindo do Yahoo, parei de acreditar que era apenas um problema técnico; na verdade pode ser qualquer coisa, quem se importa?
A mídia está alvoroçada, sobretudo a Globo, com a "brilhante" cruzada do presidente Obama contra o "lobby" das armas.
As perguntas sem resposta aparecem.
-Num país com 250 milhões de armas, a limitação na capacidade de munição das armas inspiradas em fuzis militares reduziria a possibilidade de um louco invadir uma escola e matar crianças?
-Mesmo o banimento das versões semi-automáticas de fuzis militares impediria um louco de atacar uma escola?
-Se dez loucos estiverem planejando ataques para este ano de 2013, algum deles seria impedido pelas medidas "brilhantes" anunciadas?
-O presidente Obama é menos louco que os sujeitos que praticam tais ataques?
-O emprego da expressão "lobby das armas", possivelmente para demonizar os oitenta milhões de americanos que possuem armas, ajuda a quem?
-A insistência do governo americano em manter as escolas como áreas livres de armas ajuda a impedir os ataques?
-Por que é mais fácil atacar uma escola?
-Se é proibido estar armado dentro de uma escola, o homem que pretende atirar em crianças desiste de entrar na escola?
-Além de irritar os proprietários de armas e simpatizantes, a decisão do presidente Obama terá algum impacto positivo?
-Uma carabina semi-automática UZI com carregador de 32 tiros e cano de 16 polegadas (a UZI civil vendida nos Estados Unidos a partir do começo da década de 80) é tão inferior ao Ruger Mini 14 como arma de ataque contra crianças desarmadas?
Bom:
-Obama não entende nada de armas e não gosta de quem delas gosta;
-Obama é o cara que indica o caminho;
-Obama tende a tomar decisões baseadas na sua raiva contra os proprietários de armas (muitas vezes, republicanos);
-quem gosta de armas entende de armas;
-Obama não gosta de quem entende de armas e;
-Obama tem a tendência de ser mal aconselhado pois despreza quem domina a matéria.
Resultado?
Os americanos estão sendo dirigidos por um presidente que pensa com o fígado, não com o cérebro.
Dependendo das decisões equivocadas do senhor Obama, mais ataques ocorrerão, mas lá não é Brasil, ele será responsabilizado, pois no curto prazo, só protegendo as escolas com guardas armados é que os atiradores serão total ou parcialmente impedidos.
É fato, mas a mídia apresenta isso como "a versão da NRA fascista republicana", coisa do "lobby das armas".
No curto prazo, num país com 250 milhões de armas, só guarnecendo as escolas afasta-se a maior parte do problema.
Para o senhor Obama é mais importante irritar os republicanos atiradores. Ele parecia ser um sujeito ambicioso e até bem picartea, mas demonstrou ser um homenzinho mínimo e vingativo: vai pagar caro por mais esta bobagem.
Vai pagar mesmo? Dependendo da claque esquerdista, não.
No próximo ataque a mídia farofeira defenderá o banimento e o confisco.
Muy bien! Em caso de confisco, e não ocorrendo guerra civil diante do confisco, o homem que decide matar crianças numa ewscola terá ou não terá acesso às armas?
EM 1927 um homem atacou uma escola noas Estados Unidos e matou 45 pessoas usando apenas dinamite e explosivos caseiros.
Qual o grau de controle que evitaria massacres?
Entrevistas, examinar os cromossomos? Vão ressucitar o Heinrich Himmler para chefiar os examinadores de corpos e mentes?
O saldo final de mortos depois de um controle soviético das armas revelaria aumento ou diminuição nos homicídios?
No Brasil dobraram os homicídios entre 1995 e 2010, o mesmo período em que o porte de arma praticamente deixou de existir e as vendas para civis caíram mais de 80%. Existem dezenas de matérias na internet demonstrando, a diferença entre o Brasil de Itamar Franco e o Brasil de Dilma é enorme, não precisa ser um gênio da estatística para perceber.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Andreas Kieling
Andreas Kieling nasceu em 4 de novembro de 1959. Em 1976, no ano em que completou 16 anos, nadou pelo Danúbio da Tchecoslováquia para a Áustria, ocasião em que levou um tiro nas costas disparado por um dos guardas COMUNISTAS da fronteira (como sempre chamam os soldados alemães da Segunda Guerra de "nazistas", eu considero justo chamar os militares da cortina de ferro de "comunistas").
No site do canal NATIONAL GEOGRAPHICS há um erro: "Andreas Kieling was born in 1959 in Gotha, Germany. In 1976, he made an adventurous escape from East Germany, climbing over the Berlin wall."
Qual a justificativa para se dar um tiro numa pessoa que tenta deixar o país, sobretudo quando o país é notoriamente conhecido por negar permissões de saída? Nenhuma, é lógico! Nem Hitler, Franco, Mussolini, Pinochet e o governo militar brasileiro foram tão longe.
Se o governo te mata apenas por estar deixando o país, você não é uma pessoa, você é um escravo, um bem, um ativo, um semovente. É esta a humanidade socialista? Paz social? Fraternidade? Sensibilidade pelo sofrimento humano?
O socialista é um poeta antes do poder e um escorpião depois dele.
Uma frase que escutei de um dentista paraense em 1993: "A Alemanha Oriental ia muito bem, aí juntou com a Ocidental e virou uma porcaria!"
Falar com socialistas é assim. Estão sempre pedindo um tapa na cara! Se você repele a burrice com palavras apropriadas, te chamam de fascista, de destemperado, sem argumentos... uma tristeza.
Os vídeos do Olavo de Carvalho são visitados por três tipos de pessoas:
1) o sujeito que entende o Olavo, o admira e defende;
2) a claque socialista que nem processa as palavras, vai lá para o desqualificar, e;
3) o clássico brazuca domesticado para acreditar na bondade das esquerdas, que acaba horrorizado achando que a agressividade do Olavo é gratuita.
Um sargento postou há muitos anos num fórum: "Não quer atirar, não atire, mas não bata no meu cotovelo enquanto atiro".
Você é mole? Não sabe quem foi Che Guevara, Lênin, Fidel Castro, Stalin, Prestes, Muro de Berlim, Cortina de Ferro, NKVD... tudo bem: cale-se e aprenda. Não apareça com o seu achismo de quem nunca perde um episódio de Malhação, pois aqui ninguém acredita em ganhar corações e mentes, isto é uma guerra e os tiros estão passando, é tarde para discutir se vamos brigar ou não.
Como se fala com um sujeito que defende um sistema que mata pessoas apenas por tentarem sair do país? Como se trata uma pessoa que usa a internet, o computador pessoal e a liberdade de expressão para defender um grupo que mata quem tenta sair do país? O que mais é preciso para que a humanidade pare de perder tempo colocando no poder um grupo que só pensa em sabotar o sistema que desenvolvemos naturalmente ao longo de milhões de anos de evolução.
Se alguém quer comparar capitalismo com socialismo basta comparar as duas Alemanhas. O mesmo povo, sob condições bem diferentes, produzindo resultados também diferentes.
O Brasil é um péssimo capitalismo? E seria um péssimo socialismo ou fascismo. No caso brasileiro, basta escolher o menos péssimo.
No site do canal NATIONAL GEOGRAPHICS há um erro: "Andreas Kieling was born in 1959 in Gotha, Germany. In 1976, he made an adventurous escape from East Germany, climbing over the Berlin wall."
Qual a justificativa para se dar um tiro numa pessoa que tenta deixar o país, sobretudo quando o país é notoriamente conhecido por negar permissões de saída? Nenhuma, é lógico! Nem Hitler, Franco, Mussolini, Pinochet e o governo militar brasileiro foram tão longe.
Se o governo te mata apenas por estar deixando o país, você não é uma pessoa, você é um escravo, um bem, um ativo, um semovente. É esta a humanidade socialista? Paz social? Fraternidade? Sensibilidade pelo sofrimento humano?
O socialista é um poeta antes do poder e um escorpião depois dele.
Uma frase que escutei de um dentista paraense em 1993: "A Alemanha Oriental ia muito bem, aí juntou com a Ocidental e virou uma porcaria!"
Falar com socialistas é assim. Estão sempre pedindo um tapa na cara! Se você repele a burrice com palavras apropriadas, te chamam de fascista, de destemperado, sem argumentos... uma tristeza.
Os vídeos do Olavo de Carvalho são visitados por três tipos de pessoas:
1) o sujeito que entende o Olavo, o admira e defende;
2) a claque socialista que nem processa as palavras, vai lá para o desqualificar, e;
3) o clássico brazuca domesticado para acreditar na bondade das esquerdas, que acaba horrorizado achando que a agressividade do Olavo é gratuita.
Um sargento postou há muitos anos num fórum: "Não quer atirar, não atire, mas não bata no meu cotovelo enquanto atiro".
Você é mole? Não sabe quem foi Che Guevara, Lênin, Fidel Castro, Stalin, Prestes, Muro de Berlim, Cortina de Ferro, NKVD... tudo bem: cale-se e aprenda. Não apareça com o seu achismo de quem nunca perde um episódio de Malhação, pois aqui ninguém acredita em ganhar corações e mentes, isto é uma guerra e os tiros estão passando, é tarde para discutir se vamos brigar ou não.
Como se fala com um sujeito que defende um sistema que mata pessoas apenas por tentarem sair do país? Como se trata uma pessoa que usa a internet, o computador pessoal e a liberdade de expressão para defender um grupo que mata quem tenta sair do país? O que mais é preciso para que a humanidade pare de perder tempo colocando no poder um grupo que só pensa em sabotar o sistema que desenvolvemos naturalmente ao longo de milhões de anos de evolução.
Se alguém quer comparar capitalismo com socialismo basta comparar as duas Alemanhas. O mesmo povo, sob condições bem diferentes, produzindo resultados também diferentes.
O Brasil é um péssimo capitalismo? E seria um péssimo socialismo ou fascismo. No caso brasileiro, basta escolher o menos péssimo.
FAL - Fuzil Automático Leve
Certas empresas, na verdade talvez a maioria, criam nada ou pouco, apenas fabricam similares. A nossa IMBEL é essencialmente isso. Há doze anos me foi relatado um caso interessante sobre o fuzil FAL, produzido no Brasil sob licença da FN belga.
O FAL é um bom fuzil, mas não é isento de problemas; uns de projeto, outros de má execução de um ou outro componente ou escolha equivocada de material.
Um dos problemas de projeto do FAL, e de praticamente todos os seus similares é a possibilidade de disparo acidental partindo da posição com câmera vazia. Parece impossível, mas não é.
Quando um FAL é batido contra o chão com a coronha, cena não muito incomum quando um oficial passa por um sentinela cheio de energia, a inércia opera a mágica.
Como ocorre?
O fuzil, ao ser arremessado de ré contra uma superfície rígida, ao parar, param apenas os componentes rigidamente atrelados ao corpo (coronha, corpo, cano, carregador); o impulsor do ferrolho pode descer por inércia.
Ao descer, o impulsor do ferrolho pode, com sua energia armazenada, destrancar o ferrolho, trazê-lo para trás por uma distância suficiente para livrar uma munição do carregador e deixar o cão armado pela armadilha de automático (não o gatilho, mas a trava que libera o cão sempre que o impulsor atinge a sua posição mais adiantada, a trava que é responsável pelo fogo automático da arma). Consumida a energia que lançou o impulsor para trás, ele empurra o ferrolho para frente, introduz uma munição do cano e, ao terminar o trancamento, atinge a armadilha de automático, ocasionando um disparo acidental.
Pode ocorrer que a o impulsor tenha sido lançado totalmente para trás, nesse caso a arma permanecerá engatilhada e com munição na câmera, mas o cão terá recuado o bastante para ser capturado pelo mecanismo normal de disparo (gatilho). Se o soldado não apertar o gatilho, ótimo; se apertar achando que a câmera continua vazia, aí ocorrerá o disparo.
Como resolver esse problema?
Uma trava inercial. Uma trava que desce um pouco antes do impulsor do ferrolho sob o mesmo impacto e coloca um obstáculo no caminho do impulsor; é muito fácil resolver. Alguns dirão que tal mecanismo pode se acionar durante a vibração do fogo automático, mas basta desenhar a peça de tal maneira que ela nunca se mova se o gatilho estiver pressionado. Acabou-se!
Quando este fenômeno foi detectado no nosso exército, o professor Nelmo Suzanno ofereceu a trava de inércia de graça à IMBEL apenas pelos créditos de ter resolvido o problema; a IMBEL negou a colaboração afirmando que o FAL é amplamente utilizado no planeta, que ele é ótimo, que é moderno...
Assim é o mundo, e não é só no Brasil.
Agora, mais um caso envolvendo a nossa IMBEL e o FAL.
Nos primeiros anos de fabricação, e evento (furo que permite a passagem dos gases do cano da arma para o sistema do pistão) do FAL era furado sem nenhum cuidado especial. Alguns furos ocupavam um cheio do raiamento (onde o diâmetro do cano é menor, a "RAIA" propriamente dita), outros ocupavam um vazio e outros eram divididos entre cheio e vazio. Quando o furo era dividido entre cheio e vazio uma "unha" cortante se formava e todo projétil que passasse por ali deixava parte de sua jaqueta. Além de projetar pedaços de jaqueta para o cilindro de gases o projétil, uma vez danificado, perdia parte da estabilidade e a arma acabava com uma precisão bem abaixo da esperada. O professor Nelmo viu o problema, mas preferiu ficar calado para evitar constranger algum empregado da fábrica.
Quanto custa um ferramental completo para produzir um produto defeituoso? Não perguntam para quem entende, dá nisso.
***Durante alguns anos a Beretta modelo 92 foi fabricada com um pino percussor inercial. O pino percussor inercial é empurrado pelo cão até quase tocar a espoleta, daí para frente o curso é feito por inércia. Um dia alguém derrubou uma arma dessas e ela bateu com a boca do cano no chão; o percussor correu para frente e ocorreu um disparo. Como a fabulosa Beretta cometeu tamanho erro de projeto? Da mesma forma que a fabulosa FN!
O FAL é um bom fuzil, mas não é isento de problemas; uns de projeto, outros de má execução de um ou outro componente ou escolha equivocada de material.
Um dos problemas de projeto do FAL, e de praticamente todos os seus similares é a possibilidade de disparo acidental partindo da posição com câmera vazia. Parece impossível, mas não é.
Quando um FAL é batido contra o chão com a coronha, cena não muito incomum quando um oficial passa por um sentinela cheio de energia, a inércia opera a mágica.
Como ocorre?
O fuzil, ao ser arremessado de ré contra uma superfície rígida, ao parar, param apenas os componentes rigidamente atrelados ao corpo (coronha, corpo, cano, carregador); o impulsor do ferrolho pode descer por inércia.
Ao descer, o impulsor do ferrolho pode, com sua energia armazenada, destrancar o ferrolho, trazê-lo para trás por uma distância suficiente para livrar uma munição do carregador e deixar o cão armado pela armadilha de automático (não o gatilho, mas a trava que libera o cão sempre que o impulsor atinge a sua posição mais adiantada, a trava que é responsável pelo fogo automático da arma). Consumida a energia que lançou o impulsor para trás, ele empurra o ferrolho para frente, introduz uma munição do cano e, ao terminar o trancamento, atinge a armadilha de automático, ocasionando um disparo acidental.
Pode ocorrer que a o impulsor tenha sido lançado totalmente para trás, nesse caso a arma permanecerá engatilhada e com munição na câmera, mas o cão terá recuado o bastante para ser capturado pelo mecanismo normal de disparo (gatilho). Se o soldado não apertar o gatilho, ótimo; se apertar achando que a câmera continua vazia, aí ocorrerá o disparo.
Como resolver esse problema?
Uma trava inercial. Uma trava que desce um pouco antes do impulsor do ferrolho sob o mesmo impacto e coloca um obstáculo no caminho do impulsor; é muito fácil resolver. Alguns dirão que tal mecanismo pode se acionar durante a vibração do fogo automático, mas basta desenhar a peça de tal maneira que ela nunca se mova se o gatilho estiver pressionado. Acabou-se!
Quando este fenômeno foi detectado no nosso exército, o professor Nelmo Suzanno ofereceu a trava de inércia de graça à IMBEL apenas pelos créditos de ter resolvido o problema; a IMBEL negou a colaboração afirmando que o FAL é amplamente utilizado no planeta, que ele é ótimo, que é moderno...
Assim é o mundo, e não é só no Brasil.
Agora, mais um caso envolvendo a nossa IMBEL e o FAL.
Nos primeiros anos de fabricação, e evento (furo que permite a passagem dos gases do cano da arma para o sistema do pistão) do FAL era furado sem nenhum cuidado especial. Alguns furos ocupavam um cheio do raiamento (onde o diâmetro do cano é menor, a "RAIA" propriamente dita), outros ocupavam um vazio e outros eram divididos entre cheio e vazio. Quando o furo era dividido entre cheio e vazio uma "unha" cortante se formava e todo projétil que passasse por ali deixava parte de sua jaqueta. Além de projetar pedaços de jaqueta para o cilindro de gases o projétil, uma vez danificado, perdia parte da estabilidade e a arma acabava com uma precisão bem abaixo da esperada. O professor Nelmo viu o problema, mas preferiu ficar calado para evitar constranger algum empregado da fábrica.
Quanto custa um ferramental completo para produzir um produto defeituoso? Não perguntam para quem entende, dá nisso.
***Durante alguns anos a Beretta modelo 92 foi fabricada com um pino percussor inercial. O pino percussor inercial é empurrado pelo cão até quase tocar a espoleta, daí para frente o curso é feito por inércia. Um dia alguém derrubou uma arma dessas e ela bateu com a boca do cano no chão; o percussor correu para frente e ocorreu um disparo. Como a fabulosa Beretta cometeu tamanho erro de projeto? Da mesma forma que a fabulosa FN!
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