sábado, 29 de dezembro de 2012

John Lott Jr: o cara que já nasceu linchado

John Lott Jr é o economista americano que ousou sugerir que armas de fogo reduzem a criminalidade quando possuídas por cidadãos comuns. Quem leu seu livro sabe que no começo, quando ele era um nada, os defensores do banimento de armas sequer liam suas pesquisas, ele as enviava e recebia respostas grosseiras como "nem vou ler isto" ou  "nem precisa mandar suas bobagens". Um dia, lançou seu livro e começaram a atacar e difamar o sujeito sete dias por semana.
Num certo ponto de seu "MAIS ARMAS MENOS CRIMES", ele comenta que, sobre sua conclusão acerca do maior número de roubos em bairros com grande porcentagem de senhoras negras aposentadas, um opositor escreveu "o senhor Lott está sugerindo que as senhoras afro-americanas aposentadas cometem mais roubos? Evidente que ele estava sugerindo que as senhoras que sacam suas aposentadorias e levam o dinheiro para casa em bairros mal policiados eram vítimas mais atraentes, mas respondeu a pergunta burra com duas declarações interessantes:
1) "disse que bairros com grandes populações de mulheres entre 10 e 29 anos apresentam mais estupros, mas é evidente que eu não disse elas cometeriam estupros"
2)"disse que bairros de classe média alta apresentam mais furtos de carros, mas não significa que a classe média alta furta carros"
John Lott, de tanto ser apedrejado, um dia resolveu criar um usuário "fake" (coisa comum, eu mesmo já tive vários) e entrar num fórum para se defender. Um sujeito descobriu e novamente Lott foi linchado. A verdade é que John Lott já era um linchado antes de publicar seu livro.
Em 2005 a campanha do SIM proferiu as maiores barbaridades que um grupo poderia espalhar, sem a menor vergonha ou culpa. Só para lembrar: "95% dos homicídios são crimes interpessoais, pessoas comuns matando pessoas comuns por motivos banais; e apenas 5% são latrocínios, ou roubo seguido de morte"... afirmação feita num país onde 91% dos homicídios acabam como autoria desconhecida.
O mundo é assim. Dizem que há democracia, que há debate, que há respeito; mas não há. Simples assim!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Lênin: o primeiro grande genocida do século XX

Lênin, cujo pai tinha título de nobreza, achava que sabia como era um pobre, mesmo sem nunca ter visto um de perto (estou exagerando de propósito - poucos não eram pobres perto dele). Quando percebeu que os pobres não o achavam um deus onipotente, baixou o pau, matou e queimou como se todo e qualquer russo comum fosse um "parasita burguês".

Da página 35 do LIVRO NEGRO DO COMUNISMO tiramos:

Apesar de alguns sucessos iniciais, a organização de Comitês de camponeses pobres foi malsucedida. A própria idéia de se colocar na linha de frente a parte mais pobre dos camponeses refletia o profundo desconhecimento que os bolcheviques tinham da sociedade camponesa. Segundo um esquema marxista simplista, eles a imaginavam dividida em classes antagônicas, ao passo que ela estava sobretudo solidária em face do mundo exterior e dos
estrangeiros vindos da cidade. Logo que se tratou de se entregarem os excedentes, o reflexo igualitário e comunitário da assembleia camponesa marcou sua presença; em lugar de incidir sobre os camponeses abastados, o peso das requisições foi repartido em função das disponibilidades de cada um. A massa dos camponeses médios foi atingida, e o descontentamento foi geral. Tumultos explodiram em várias regiões. Diante da brutalidade dos destacamentos de abastecimento apoiados pela Tcheka ou pelo exército, uma verdadeira guerrilha formou-se a partir de junho de 1918. Em julho-agosto, 110 insurreições camponesas, qualificadas pelo poder como “rebeliões dos kulaks” - terminologia utilizada pelos bolcheviques para designar os tumultos em que cidades inteiras participavam, com todas as categorias sociais misturadas - explodiram nas zonas controladas pelo novo poder. O crédito desfrutado durante um breve período pelos bolcheviques, por não terem feito oposição à apreensão das terras, em 1917, foi aniquilado em poucas semanas. Durante três anos, a política de requisição ia provocar milhares de revoltas e rebeliões, que se degeneraram em verdadeiras guerras camponesas, reprimidas com a maior violência.


Vi uma discussão na internet mais ou menos assim:
-leu só "essa merda de livro" e acho que sei tudo.
Só posso dizer que o LIVRO NEGRO DO COMUNISMO é essencialmente definitivo por ter sido escrito por um homem que estudou o comunismo com paixão e um dia criou vergonha na cara; como o comunismo é podre, para defender essa aberração o sujeito precisa ler dezenas de livros (não é o caso de quem não advoga por pervertidos).
-O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO é racismo.
Sim, o sujeito chamou o livro de racista porque a palavra NEGRO é usada como termo pejorativo no título do livro. Foi colocado depois que "lista negra", "setembro negro" e (BINGO!) "O LIVRO NEGRO DO CAPITALISMO" - escrito por comunistas contra o capitalismo - são termos onde a palavra NEGRO é perfeitamente aceita. Nenhum afrodescendente aparece em casa e diz "hoje eu tive um dia branco no serviço".


PUTA QUE PARIU!!!
COMUNISTA É BICHO MUITO BURRO MESMO!