John Lott Jr é o economista americano que ousou sugerir que armas de fogo reduzem a criminalidade quando possuídas por cidadãos comuns. Quem leu seu livro sabe que no começo, quando ele era um nada, os defensores do banimento de armas sequer liam suas pesquisas, ele as enviava e recebia respostas grosseiras como "nem vou ler isto" ou "nem precisa mandar suas bobagens". Um dia, lançou seu livro e começaram a atacar e difamar o sujeito sete dias por semana.
Num certo ponto de seu "MAIS ARMAS MENOS CRIMES", ele comenta que, sobre sua conclusão acerca do maior número de roubos em bairros com grande porcentagem de senhoras negras aposentadas, um opositor escreveu "o senhor Lott está sugerindo que as senhoras afro-americanas aposentadas cometem mais roubos? Evidente que ele estava sugerindo que as senhoras que sacam suas aposentadorias e levam o dinheiro para casa em bairros mal policiados eram vítimas mais atraentes, mas respondeu a pergunta burra com duas declarações interessantes:
1) "disse que bairros com grandes populações de mulheres entre 10 e 29 anos apresentam mais estupros, mas é evidente que eu não disse elas cometeriam estupros"
2)"disse que bairros de classe média alta apresentam mais furtos de carros, mas não significa que a classe média alta furta carros"
John Lott, de tanto ser apedrejado, um dia resolveu criar um usuário "fake" (coisa comum, eu mesmo já tive vários) e entrar num fórum para se defender. Um sujeito descobriu e novamente Lott foi linchado. A verdade é que John Lott já era um linchado antes de publicar seu livro.
Em 2005 a campanha do SIM proferiu as maiores barbaridades que um grupo poderia espalhar, sem a menor vergonha ou culpa. Só para lembrar: "95% dos homicídios são crimes interpessoais, pessoas comuns matando pessoas comuns por motivos banais; e apenas 5% são latrocínios, ou roubo seguido de morte"... afirmação feita num país onde 91% dos homicídios acabam como autoria desconhecida.
O mundo é assim. Dizem que há democracia, que há debate, que há respeito; mas não há. Simples assim!
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