Discussões e mais discussões, mas está resolvido o problema!
A Villar perosa foi a primeira e única submetralhadora. O grande erro da Bergmann foi chamar sua arma de maschine pistole.
A Villar Perosa foi projetada para ser uma metralhadora que pudesse ler levada por apenas um homem, como a tecnologia da época não conseguia fazer uma arma leve que suportasse as potentes munições de mosquete empregadas nas metralhadoras, usaram munição de pistola. A arma tinha dois canos, carregadores montados pelo topo da arma, usava bipé e punhos de pá (spade em inglês é pá, não é espada). A Villar Perosa tem características de metralhadoras, como a Vickers e a Browning, e nenhuma relação com armas de ombro.
A Villar Perosa foi a primeira submetralhadora? Se sim, nunca mais fizeram outra; se não, o nome foi indevidamente empregado.
Um dia alguém percebeu o erro e cortou uma Villar Perosa em duas metades, fazendo uma arma de ombro que, aí sim, parecia-se com o que foi chamado de submetralhadora.
Uns dirão que a Villar Perosa foi uma submetralhadora por usar munição de pistola. OK, sejam felizes.
O que faz uma submetralhadora não é a munição de pistola; se isso fosse verdade, a H&K não venderia sua MP-53 como submetralhadora. Já briguei muito por causa disso; ainda mais depois que alguns entusiastas andaram assim as definindo.
Radicalizar é divertido. O Browning BAR nunca foi fuzil, era metralhadora leve. A Villar Perosa era uma metralhadora leve. PDW não existe; se existe, Mauser Schnellfeuer, Skorpion, RAK e MAC-10 eram PDWs. No Brasil, o termo para submetralhadora é METRALHADORA DE MÃO.

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